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Gestão de riscos em laboratórios clínicos no Brasil


     Humberto Façanha da Costa Filho

RESUMO - O objetivo do estudo é classificar os laboratórios do País segundo uma escala de risco de insolvência e identificar causas comuns que permitam propor causas comuns que proporcionem ações resolutivas. É composto por trinta e um eventos distribuídos por laboratórios do Brasil, na proporção: Região Sul - 60,87% e regiões sudeste, nordeste e centro-oeste com 13,04% para cada uma. Resultados: Pelo critério da margem de segurança percentual 22,58% dos laboratórios encontra-se em alto risco de insolvência; 16,13% em risco moderado; 22,58% em risco baixo e 29,03% em risco muito baixo. Pelo critério do número de dias para atingir o ponto de equilíbrio 16,13% dos laboratórios encontra-se em risco muito alto de insolvência; 12,90% em risco alto; 51,61% em risco moderado e 19,35% em risco baixo. As principais causas dos riscos são: Baixo valor dos exames, alto valor de financiamento para capital de giro, custos elevados com serviços de terceiros, reagentes, pessoal e aluguéis.

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Em que Momento os Laboratórios Clínicos de Pequeno e Médio Portes Devem Terceirizar Exames?

Rosa Mayr Prestes da Costa e Humberto Façanha da Costa Filho

RESUMO - O objetivo do estudo é estabelecer o momento em que os laboratórios de pequeno e médio portes devem terceirizar a produção dos exames de imunologia e hormônios em função da redução na eficiência econômica da produção própria. Inicialmente, foram analisados 43 laboratórios clínicos. São selecionados 11 para a segunda etapa, em função do porte e tipos de exames realizados. Estes eventos estão distribuídos no Brasil na seguinte proporção: Região Sul 72,73% e Região Centro-oeste com 27,27%. Foram selecionados para o estudo 12 tipos diferentes de exames, que representam em média, 57,37% dos exames realizados normalmente no setor de imunologia e hormônios dos laboratórios de pequeno e médio portes. O critério utilizado foi estabelecer uma fronteira delimitada pelos custos de produção originados por exames produzidos nos próprios laboratórios, comparados com os custos destes exames quando terceirizados para laboratórios de apoio. A fronteira é definida quando os custos assumem o mesmo valor. Em média isto ocorreu quando o custo unitário do reagente atinge 70,55% do valor de tabela cobrada pelo laboratório de apoio. O desvio-padrão da amostra é de 5,29% e os valores extremos ocorreram para o exame antígeno carcinoembriogênico - CEA com 62,84% e para o exame Anti HIV I e II com 80,77%. A terceirização é recomendada quando os custos unitários dos reagentes utilizados nos exames forem iguais ou maiores que os percentuais da tabela de preços dos laboratórios de apoio calculados no estudo.

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